JOANA PALMA

"A instalação intitulada "O Quinto Império" concilia uma peça escultórica em acrílico, com uma composição musical e uma projeção de vídeo. A peça escultórica é constituída por cinco silhuetas de acrílico de diferentes cores tendo todas elas a forma de uma silhueta humana recortada a laser. A composição sonora resulta de um trabalho de montagem de sons, ritmos e vozes. O vídeo trata-se de uma composição de varias imagens alusivas ao património natural português que será projetado na peça escultórica. (...) “Deus quis, a imaginação sonha, mas de ti a obra nasce", trata-se de uma interpretação pessoal das palavras de Pessoa -"Deus Quer, o Homem sonha, a obra nasce"- e podem ser ouvidas no final."

 

Joana Palma

O meu trabalho é como um jogo. eu construo, desconstruo, projeto e reflito. jogo com percepção visual. Gosto de ambiguidade.

 

Interesso-me pela arte que não se limita à visão singular e pré-concebida da realidade. Ao contrario da pintura representacional, o meu trabalho oferece um espaço indefinido, abstracto de referências espaciais, onde desafio o espectador a explorar.

 

Vejo-me como uma artista em busca de novas linguagens para comunicar paisagens desconhecidas e redefinir a vida tal como a reconhecemos.

 

Através de vários processos experimentais em estúdio, o trabalho sofre múltiplas transformações, reconfigurando o espaço, a escala e até a matéria, fazendo com que tais conceitos ganhem maior ou menor significado com as suas metamorfoses, desde o material até à luz ou forma etérea.

 

 O meu trabalho pode também ser visto como uma jornada pessoal, uma metáfora representativa da contrariedade da separação e unificação da impermanência humana.

 

 Fascinada pela fragilidade e características imprevisíveis do trabalho, procuro combinar processos digitais e analógicos que propiciem a “magia” durante a sua concepção.

 

 Com o intuito de proporcionar uma maior envolvência no ato artístico, procuro frequentemente usar elementos interativos, incitando ao toque ou movimento do público, tornando-o também cocriador da própria obra.

 

 Em busca de um breve momento de magia ou encanto interessa-me essa fracção de tempo onde ser humano e tecnologia se encontram para criar algo novo. Sou uma artista que cria momentos ou lugares utópicos, permitindo assim ao público abstrair-se da realidade da vida quotidiana.

"O Quinto Império" - Vídeo-instalação

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